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Comentarios de Alumnos

Seminario intensivo 2001
Embodying knowledge


Last Saturday I attended an introductory session to the Feldenkrais Method.  This is a learning system to discover new physical options and sensations.  Our neurological system seems to “instinctively” recognize when a certain movement increases effectiveness and our body accepts it as natural.  Through very simple body movements I became aware of the way I moved: when my body flowed and when I forced it.  I loved the experience.  The session lasted an hour and fifteen minutes and when we finished I had the impression I was more balanced and my back was more upright.  This week my posture has been more comfortable as if my brain had learnt to “adjust” some of my instinctual actions.
This session reminded me of NLP and it felt great to experience it from the point of view of the learner in the place of a learner.  Diana Romano, the Feldenkrais Practitioner who guided our activity, did not explain what we were going to do.  She started guiding us and said she would answer our questions at the end.  Of course, when it was time for questions, everything was so clear it was not necessary to ask any.  Everything had been so wonderfully self-explained by the end of the experience!!!   As I said before, this was like NLP because it is NOT a discipline you can learn by reading from books:  the only way to be a Practitioner is by practising.  I had read Awareness Through Movement by Moshe Feldenkrais (Penguin Arkana), however I can truly say I understand it now, after “doing” it.  Intellectual knowledge is excellent, however, it is not enough.  Of course, I will have to continue with the sessions to really be a Feldenkrais Practitioner: only one contact is very powerful, but there are still so many things to learn!!!!   Diana’s sweet and relaxed voice and her clear instructions and guide are NOT something you can get from a book.
Very often Jamie and I have to do the same thing Diana did:  we promise to answer all the questions later, the strongest and more lasting learning comes from direct experience.  We teachers are so used to intellectual training that we seem to live our lives from the neck to the top of our heads, forgetting we have a body, too.  Real learning, as Robert Dilts has taught us, is “in the muscle”.  We have learnt something when we have internalized it so well that we seem to forget what life was like when we didn’t have that knowledge:  it has become so natural we feel it just “came along” with us.  This is what in EFL we call acquisition.  In NLP we call it “becoming a Practitioner”, leaving the session in a state of awareness we didn’t have when we started.  You have become a real Practitioner when in a certain situation you use something you learnt in the course, and realise some days later that your new behaviour, response or creative idea was rooted in the new things you have been acquiring.
I am very pleased I had read Moshe Feldenkrais’s book, firstly, because I love books and also because I had a clear idea of what I was going to experience.  However, the experience itself surpassed my intellectual expectations.  “Poner el cuerpo” (engage the body, as we say in Spanish) implies a higher degree of commitment  with what you are learning and doing.  To be able to have the kinaesthetic experience of “whole” learning is a real gift of outstanding beauty.

Thank you, Diana, for your session, and thank you, Lilly Spillman for recommending it to me!!!!

Laura Szmuch and Jamie Duncan

Seminario intensivo Rio de Janeiro 2008

Perguntas:

1) Minha expectativa com o curso.
2) O que aprendeu?
3) O que deseja aprender?

1) Aprender a me movimentar com menos esforço e mais prazer, criando mais consciência corporal. E utilizar estes conhecimientos com as alunas de dança.
2) Aprendi que eu tenho cura! Que ao aprender novas possibilidades de movimentação, posso me relacionar de maneira diferente no meu dia-a-dia.  Expandi minha consciência da pélvis e peito, expandi a minha sabedoria em nível de alma, consequentemente.
3) Desejo aprender a trabalhar com os meus pacientes também, incluindo o trabalho (a metodologia) na área clínica. Ou seja, desejo aprender a tratar alguém com uma integração funcional.
Paula
Psicóloga e bailariana

1) Estava muito ansiosa para começar o curso porque sabia que seria uma experiência muito diferente do que se costuma ver no trabalho fisioterápico mas também psicoterapêutico.
2) Pude sentir através da experimentação que o corpo traz consigo inúmeras possibilidades de se comunicar conosco e com o outro. Mas é preciso atenção para poder aprender a fazer de maneira mais econômica e com mais interação entre o que se pensa, sente e deseja como movimento final
3) Desejo poder vivenciar mais frequentemente as sensações e percepcões despertadas nesses dias. Isso inclui também entender que também na relação com o outro podemos agir de forma mais suave.
Marcia
Fisioterapeuta

1) Aprender uma nova filosofia de tratamento corporal.

2) aprendi novas relações possíveis no meu corpo e modo de pensar a abordagem do corpo. Um modo não intrusivo e respetuoso com as diferenças individuais.

4) Gostaria de aprender um poco mais da teoria neurofisológica do método.
Ricardo
Psicólogo

1) Quanto às expectativas, elas superaram o que eu pretendia com o curso pois percebi o quanto preciso me conhecer para depois tratar o paciente.
2) Aprendi muito a apurar os meus sentidos. Percebo com muita mais facilidade como acontecem ou deixam de acontecer os movimentos em meu corpo e como a respiração está relacionada com a consciência do movimento.
3) Desejo melhorar muito ainda a minha percepção global com o paciente durante um atendimento de integração funcional.
Andrea
Fisioterapeuta

1)Fazer novas conexões neuronais, a fim de me flexibilizar mais e aumentar minhas possibilidades diante da vida.
2) Aprendi mais sobre o que me interessa do meu corpo.
Como a camada óssea está totalmente lidada. Que a partir dela se mexem outras camadas como músculos em repouso. Aprendi sobre o amor e a vida dentro de si.
3)  Gostaria de conhecer mais minhas capacidades e possibilidades a partir do corpo ósseo.
Usar-me mais naturalmente. Fazer menos esforço, menos intenso.
Obrigada pelo suporte pela disponibilidade da sua vinda.
Tudo de bom, sucesso com carinho.
Ilana
Psicóloga

1) Conhecer-me melhor. Perceber-me mais e poder ver melhor e entender mais o outro.
2) Adorei a possibilidade de ultrapassar limitações com prazer, sem dor e a ideia das muitas possibilidades de realizar um único movimento.
3) Sinto-me mais aberta no corpo e por isso também mais aberta ao novo. Com sede de conhecimento e mais autoconhecimento.
Fernanda
Fisioterapeuta

1) Vivenciar el método
2) Conocer mi cuerpo
3) Me gustaría tener más y más herramientas para trabajar y conocer mi cuerpo
Kelly
Fisioterapeuta

1) Conhecer na prática e descobrir como a simplicidade do movimento daria a “consciência” desse conhecimento com uma boa resposta ou resultado. Para mim e consequentemente para a aplicação em minha vida profissional.
2) O início de uma nova vida profissional e que preciso praticar muito…
3) Viver e “ver” melhor (mais fácil, suave). Acho que minhas respostas anteriores respondem à intensidade do que desejo. Obrigada por abrir a porta.
Georgina
Fisioterapeuta

1) Aprendi que há outra ferramenta de trabalho
Aprendi que não há postura errada em mim e no outro, mas sim a forma individual de se mover.
Aprendi a respeitar esta forma individual de se mover e ajudar este outro indivíduo a se mover com mais suavidade se for a vontade deste indivíduo.
Desejo conhecer mais o meu corpo.
Desejo aprender a observar e agir da forma mais adequada possível
Aprender a ver
Aprender que menos é muito.
Aprender a observar
Aprender
Aprender….
Rene
Fisioterapeuta

1) Esperava conhecer um pouco mais do método e como aplicar, além de sentir no meu próprio corpo.
2) Aprendi que podemos encontrar maneiras diferentes e mais inteligentes de usar o corpo fazendo menos esforço. Também que ter uma boa postura é estar em uma posição confortável e que permite ir em todas as direções existentes.
3) Gostaria além de sentir mais os efeitos do método no meu próprio corpo. Ser capaz de aplicar no outro, percebendo suas necessidades e mostrando-lhe como realizar melhor seus movimentos como nas I.F. Gostaria também de aprender a trabalhar na postura de pé.
Aproveito para agradecer a incrível experiência
Josiane
Fisioterapeuta

Seminario  Mayo 2010

“Escucho las expresiones de placer de las compañeras y me sorprende lo distinta que ha resultado mi experiencia.; la verdad es que éste trabajo es más cautivador por lo que desata en mi mente “encarnada”, digamos, que por las consecuencias o efectos físicos que tiene en mi.  He trabajado con mi cuerpo casi toda mi vida y reconozco que el Método Fedldenkrais abre espacios que de tan elementales terminan siendo poco más que destellos no sólo para vivir el cuerpo y la mente de maneras más plásticas y libres sino una tierra fértil en el que convergen gran parte de mis inquietudes de vida: el cuerpo, la mente el lenguaje, la conciencia. Quiero, sumergirme, aprender más”.
Amaranta, bailarina, docente de yoga.
Mejicana

El seminario me encantó.  Como no conocía bien de que era el Método Feldenkrais fue todo nuevo y todo un descubrimiento  lo que se lograba en cada clase.
Este seminario es un punto de partida para comenzar a investigar más a fondo el método y experimentar con el cuerpo.
Como tema que me gustaría explorar o trabajar es la relación entre las zonas más trabajadas y los aspectos psicológicos, ya que lo que buscamos es una mente más flexible.
Me voy muy conforme con el seminario, la profesora y el grupo. Espero poder regresar a hacer  los siguientes.
Shirley
Uruguay

Me gustó mucho la conexión entre una clase y otra, o sea el haber podido hacer una secuencia de movimientos, que sólo se logra en el tiempo que le dedicamos.
Para mi fue interesante redescubrir situaciones físicas que creía formaban parte del pasado pero se hicieron presentes con los ejercicios, entonces me di cuenta que estaban a resueltas a medias y se manifestaron para reorganizarlas.
Tengo especial interés en explorar más la parte funcional y emocional a través del método, ya que en esta experiencia he comprobado cómo pueden estabilizarme nuevamente en mis niveles de glucosa (soy diabética) con el trabajo que realizamos.
Virginia
Mendoza.